sábado, 29 de maio de 2010

Não me faças perguntas às quais já sabes a resposta

Não me peças para te esquecer, pois tu és a razão da minha vida, pois é como pedir ao sol que não nasça, pedir às estrelas que não brilhem. Apaixonar-me não foi um erro, afinal tu deste sentido à minha vida.
Uma casa não é construída sem uma base; um coração não bate sem sangue e sem ar; eu não vivo sem ti; tu és a minha base; tu corres-me nas veias. Porque te amo? Porque te quero? São perguntas sem explicação.
Tu não perguntas a Deus porque ele criou o mundo, mas descobres para que ele serve; um home não contrói as suas bases, mas constrói um futuro. Cada um traça o seu futuro e os seus planos. Às vezes, dois planos encontram-se e é nesse momento que os dois caminhos se tornam num só; dois corações compartilham do mesmo sangue, um sol ganha novos raios e uma lua, novo brilho.
O amor é uma coisa que nós cultivamos; às vezes não nos damos conta de que ele já foi semeado, mas que precisa de água para dar frutos.
Não importa se a maré subiu; se o céu desceu; se o sol não pára de brilhar; se a tempestade não pára de cair, mas o amor enfrenta os seus medos; ele aprende a nadar; ele aprende a voar; a procurar a sombra e aprende a proteger-se.
A Caixa de Pandora pode não guardar a origem da vida, mas o Homem só vai deixar de acreditar no dia em que a abrir; pode não haver vida nos outros planetas, mas o Homem viajará anos-luz, planeta por planeta, até que confirme a sua crença.
Parar, pensar, agir; simples actos, grandes consequências.
Posso não ser a pessoa mais bela do mundo, mas encontreu o elixir da beleza; posso não ser a mais moderna, mas sei que há sempre novas hipóteses na vida; posso não ser a mais rica, mas tenho os bens mais preciosos: o amor e TU, ou seja, eu movi céus e a terra, mas conquistei o brilho dos teus olhos. Onde? Apenas olhei para dentro de mim e vi-te.

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