segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

14# carta para alguém de quem me afastei

Sempre fomos superiores a tudo, sempre ultrapassámos as nossas discussões por mais coisas más que tenhamos dito uma à outra. (...)
No inicio era tudo tão bom, todo o sentimento que transmitíamos; eu já não sabia viver sem ti. Conhecemo-nos há uns 15/16 anos, ultrapassando sempre todas as barreiras que se puseram no nosso caminho. É verdade que aos olhos que muita gente, a nossa amizade era uma simples fase que um dia iria acabar, mas na verdade conseguimos provar o contrario durante uns 13/14 anos (já lhes perdi a conta). Tu eras parte de mim, dava tudo para não ficarmos mal mas se calhar nunca fui boa a mostrar o quanto gostava de ti. Apesar de tudo sinto a tua falta, habituei-me a ti e a esse feitio que tanto que custa a perceber. Não sei se nos vamos cruzar (novamente) no mesmo caminho, mas (ainda) és importante. (...)


Tinha tanta coisa que ficou por dizer. Mas, felizmente, já passei a fase das lamentações. Espero que um dia percebas que sempre estive aqui, mesmo sem tu perceberes



domingo, 20 de fevereiro de 2011

Hoje para mim era como se fosse um dia normal, como todos os outros, em tempos. Mas só de me recordar de todas a lembranças de há uns meses atrás, torna-se tudo diferente. 
Desde que acordei, tem sido um dia de angústia, tristeza e de má disposição, e assim vai continuar. Não tenho muito a dizer sobre ti neste momento, pois o que tinha a dizer já to disse! Sabes que te amo muito e quero-te ao meu lado por muito tempo, apesar destes desentendimentos que já andam a dar muitas dores de cabeça.


dez meses, os primeiros de muitos outros 





quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Como é óbvio, nunca poderei descrever-me inteiramente. Por mais que tentasse, era impossível; há tantos defeitos, manias, imperfeições e tiques que eu não reparo, mas que nãos escapam aos olhares fatais dos outros. Porque hoje em dia é tudo uma questão de olhar e julgar; é tudo uma questão de definir uma pessoa com critérios fúteis e completamente insignificantes.
Podemos ser completamente arrasados pelo aspecto exterior: até podemos ser a pessoa mais fantástica do mundo, mas se não o parecermos exteriormente, somos esquecidos num canto, como se fossemos algo para que ninguém quer olhar. Mundo de merda, digamos!
É neste mundo onde vivemos... um mundo onde a marca de cada peça de roupa conta; num mundo onde cada cor mal conjugada é motivo de riso. É isto a nossa geração! 
Basta olharmos para os nossos pais... Naquela época, cabelos desgrenhados e roupa mal conjugada eram algo giro, porque faziam cada pessoa ser diferente das outras.



Critico a sociedade mas não faço nada para a mudar. Será que isso faz de mim hipócrita? 


meus seguidores.