terça-feira, 28 de agosto de 2012

maldito cérebro

Maldito cérebro, guardas tudo, desde momentos, cheiros, conversas, sorrisos, olhares lugares, TUDO. Isto torna-se tão paradoxo e irónico porque, apesar de guardar boas coisas, também guarda as más ou as que queremos esquecer, apagar da memória (fuck that shit). É que essas memórias permanecem mais vivas do que fotografias, até ao mais pequeno detalhe. Mesmo que já não seja tão doloroso relembrar, esse gajo insiste em abrir a ferida ou em acentuar a cicatriz. O mais estranho e sarcástico? é o facto de nos esquecermos de coisas tão importantes de lembrar e não sermos capaz de esquecer coisas como estas; eu começo mesmo a achar que somos alvos de sátira por parte desse estúpido órgão. Enfim, Ele tem a tendência de se lembrar de coisas totalmente desnecessárias, até mesmo tendências masoquistas. É inevitável...

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Sofro por antecedência, morro antes de levar o tiro e, por andar a sentir tantas vezes o mundo a cair sobre a minha cabeça, aderi a política irónica do "tanto faz"... Vou ver esta mudança como uma forma mais simples de eliminar da minha mente perigosa tudo o que um dia me fez mal: amores não correspondidos, cartas e fotografias antigas, ou seja, pequenas partículas que compuseram o meu passado. Quase que ando a obrigar o meu cérebro a engolir a ideia simplista do "tou me a cagar, seja o que for"; não que eu seja simples, antes pelo contrário, sou uma pessoa muito complexa, complexa de mais até, mas vejo isto como uma forma mais fácil que encarar o futuro que me espera, as drásticas mudanças que vão suceder na minha vida. Eu sei que vocês me dizem "calma, não faças uma tempestade num copo de água", mas não dá... bem, vou retornar à minha ideia simplista para ver se engano a mente enquanto posso

meus seguidores.